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	<title>Blog do Porto</title>
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	<description>Sobre Deus e o Mundo, para quem não quer ficar a ver navios.</description>
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		<title>Continuidade</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desenrolam-se os papiros dos destinos. Os teus, os meus, de todos que aqui permanecem. Tantas são as coisas e histórias que podemos ler e descobrir nestes rolos de vida. Tantas são as surpresas, boas ou não. Tudo envolto no mistério da marcha dos acontecimentos. E cá estou eu agora noutros capítulos. Chega perto a hora [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desenrolam-se os papiros dos destinos. Os teus, os meus, de todos que aqui permanecem.<br />
Tantas são as coisas e histórias que podemos ler e descobrir nestes rolos de vida. Tantas são as surpresas, boas ou não. Tudo envolto no mistério da marcha dos acontecimentos.<br />
E cá estou eu agora noutros capítulos. Chega perto a hora em que pegarei a pena e começarei a escrever minhas próprias histórias, pois vejo que para mim, somente são oferecidas folhas em branco, esperando serem preenchidas com atitudes, com vida.<br />
Escriba da própria história.<br />
Assim, estou a ensaiar minha escrevência, e escrevendo, moldo meu futuro.<br />
Começo com rabiscos, e traços toscos. Depois com certo acabamento até que ficam bons. A prática depurará a técnica.<br />
Quiçá torno-me bom o suficiente, para, talvez, quem sabe, escrever outras histórias terceiras, além de minha própria. Criador de fantasias, umas minhas, outras públicas.<br />
Cuida pois, que para muitos é assim que procede também.<br />
Passar de vítimas de contos horríveis, de circunstâncias nefastas (<em>ou os tais fantasmas pessoais&#8230;</em>), sufocados por estórias angustiantes, para tornarmo-nos escribas de belos contos, se assim desejarmos e procedermos.<br />
Cuida então da tua pena. Cuida da tua mente e alma.<br />
Porque logo pode chegar o teu dia, em que virão as folhas em branco, e será inescapável ter que criar, ter que escrever, para prosseguir.<br />
E principalmente cuida, para ter o que contar.</p>
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		<title>Receita</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 21:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[À procura de mais espaço para o que vem com o tempo na vida da gente, mexo nas gavetas, reviro tudo. Procuro nos papéis amarfanhados e cadernos cheios de ideias e lembranças, das que ainda andam comigo, das que deixei para trás, o que se possa jogar fora, daquilo que já prescindo. E vejo que [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>À procura de mais espaço</em><br />
<em> para o que vem com o tempo</em><br />
<em> na vida da gente,</em><br />
<em> mexo nas gavetas,</em><br />
<em> reviro tudo.</em></p>
<p><em>Procuro nos papéis amarfanhados</em><br />
<em> e cadernos cheios de ideias e lembranças,</em><br />
<em> das que ainda andam comigo,</em><br />
<em> das que deixei para trás</em>,<br />
<em> o que se possa jogar fora,</em><br />
<em> daquilo que já prescindo.</em></p>
<p><em> E vejo que ali está tudo reunido:</em><br />
<em> minhas antigas dúvidas</em><br />
<em> medos e receios.</em><br />
<em> Ali estão exaltações,</em><br />
<em> ali está muita vida,</em><br />
<em> muita dor,</em><br />
<em> muito crescimento e tempo.</em><br />
<em> E tudo sumarizado, catalogado,</em><br />
<em> nessa bagunça sem gênero.</em></p>
<p><em>Pontos de uma linha desconexa.</em></p>
<p><em>Aí que noto,</em><br />
<em> com todo esse material nas mãos,</em><br />
<em> que estão listados todos os ingredientes,</em><br />
<em> de que se necessita</em><br />
<em> para se fazer uma vida.</em></p>
<p><em>Montes de papéis, de histórias</em><br />
<em> e contos próprios.</em><br />
<em>Ditando uma receita de gentes,</em><br />
<em> uma receita de vida.</em></p>
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		<title>Sociedade Decente</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 17:43:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[decente]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A riqueza da sociedade é uma condição essencial, mas não suficiente, para trazer felicidade às pessoas que nela vivem. Refiro-me às questões da Justiça e dos direitos, sociais e humanos, que envolvem a segurança pública e afetam a democracia, aos reclamos da participação política e da transparência na gestão pública, aos apelos da livre expressão [...]
Não há postagens relacionadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;A riqueza da sociedade é uma condição essencial, mas não suficiente, para trazer felicidade às pessoas que nela vivem. Refiro-me às questões da Justiça e dos direitos, sociais e humanos, que envolvem a segurança pública e afetam a democracia, aos reclamos da participação política e da transparência na gestão pública, aos apelos da livre expressão e da ética. Uma sociedade decente, conforme eu a qualifico, não apenas democratiza o progresso, partilhando o aprimoramento material de forma abrangente, mas também valoriza a criatividade, cultiva o bem comum e a paz, enfrenta a corrupção e, principalmente, acaba com a impunidade, o pior dos males de nossa sociedade atual.&#8221;</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">- Fernando Henrique Cardoso, em : <a title="Construindo uma Sociedade Decente" href="http://www.observadorpolitico.org.br/2012/04/construindo-uma-sociedade-decente/" target="_blank"></p>
<p>http://www.observadorpolitico.org.br/2012/04/construindo-uma-sociedade-decente/</a></p>
<p>Não há postagens relacionadas.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aforismos de uma outra vida &#8211; V</title>
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		<comments>http://blogdoporto.com.br/2012/04/aforismos-de-uma-outra-vida-v/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 21:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aforismo]]></category>
		<category><![CDATA[aforismo]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
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		<description><![CDATA[O amor quando transborda, traz consigo tanto respeito que não sobra espaço algum para preconceito. É um passo além. Postagens relacionadas Aforismos de uma outra vida &#8211; III Aforismos de uma outra vida &#8211; I Aforismos de uma outra vida &#8211; II
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O amor quando transborda, traz consigo tanto respeito que não sobra espaço algum para preconceito. É um passo além.</p>
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		<title>Citando Weber</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 20:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[É a vida]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[coisas boas]]></category>
		<category><![CDATA[extraordinárias]]></category>
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		<description><![CDATA[Não o Max Weber, ou outro, senão o Weber Calixto, um meu amigo! Faço minhas as suas palavras quando diz: &#8220;Algumas coisas são tão boas que se tornam extraordinárias. Dessas, algumas passam esse nível e viram indecência!&#8221;. Perfeito! Postagens relacionadas A PEDRA E O VENTO &#8211; Definição
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não o Max Weber, ou outro, senão o Weber Calixto, um meu amigo! Faço minhas as suas palavras quando diz:</p>
<blockquote><p>
<strong><em>&#8220;Algumas coisas são tão boas que se tornam extraordinárias. Dessas, algumas passam esse nível e viram indecência!&#8221;.</em></strong></p></blockquote>
<p>Perfeito!</p>
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</ol>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>It will always be disturbing</title>
		<link>http://blogdoporto.com.br/2012/04/it-will-always-be-disturbing/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 16:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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		<description><![CDATA[by Amon Düül II &#8211; Three-Eyed Overdrive &#8220;It will always be disturbing&#8221; Somewhere in the future, you could find something that will change your entire life. Something that never happened. Something ‘new’. But it will always be, something disturbing for your present being. Be aware. Não há postagens relacionadas.
Não há postagens relacionadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/yY7F1bBVijE" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe><br />
<em>by Amon Düül II &#8211; Three-Eyed Overdrive</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><br />
&#8220;It will<em> always</em> be disturbing&#8221;</em></p>
<p style="text-align: center;">Somewhere in the future,<br />
you could find<br />
something that will change<br />
your entire life.<br />
Something that never happened.<br />
Something ‘new’.<br />
But it will always be,<br />
something disturbing<br />
for your present being.<br />
Be aware.</p>
<p>Não há postagens relacionadas.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Tanto em tão pouco</title>
		<link>http://blogdoporto.com.br/2012/04/tanto-em-tao-pouco/</link>
		<comments>http://blogdoporto.com.br/2012/04/tanto-em-tao-pouco/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[ideias]]></category>
		<category><![CDATA[nascer]]></category>
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		<category><![CDATA[tanto]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[O tempo, o tempo, ah, o tempo. A única coisa que não se pode guardar, que temos que gastar compulsoriamente. Importante é, portanto, que sempre se faça o melhor uso possível deste recurso que temos que desperdiçar, visto que não se pode juntar, poupar&#8230; Escorre pelas mãos, segue sem direção. Sem início, nem fim. Apenas [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo, o tempo, ah, o tempo. A única coisa que não se pode guardar, que temos que gastar compulsoriamente. Importante é, portanto, que sempre se faça o melhor uso possível deste recurso que temos que desperdiçar, visto que não se pode juntar, poupar&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoporto.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clock-melting-clocks.jpg"><img class="size-medium wp-image-1451 aligncenter" title="Tanto em tão pouco" src="http://blogdoporto.com.br/wp-content/uploads/2012/04/clock-melting-clocks-300x218.jpg" alt="Tanto em tão pouco" width="300" height="218" /></a><em><br />
Escorre pelas mãos, segue sem direção.</em><br />
<em>Sem início, nem fim.</em><br />
<em>Apenas vai, incessantemente. Sem nunca parar.<br />
Nós que paramos, um dia.</em></p>
<p><center></center>&nbsp;</p>
<p>Tantas coisas para fazer, e tão pouco tempo. Tudo passa muito rápido. Os dias, as horas. É como dizem:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Nascer é muito comprido.&#8221;</em></p></blockquote>
<p><em></em>E mesmo assim ainda é pouco tempo. E tanto para fazer&#8230; Tantas ideias, sonhos e projetos. Nas idas e vindas, há muito desperdício.</p>
<p><em>Nascer é muito comprido</em>, mas viver é muito curto.<br />
E lá vamos nós. Contando 1, 2, 3, 4 &#8230;</p>
<p>Ah tempo, tempo, se eu pudesse me esticava por sobre tudo isso, até o final dos dias.<br />
Até o final das preocupações.<br />
Até o final dos desejos.<br />
Até o final dos suspiros.<br />
O fim?</p>
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		<title>Velhos internautas</title>
		<link>http://blogdoporto.com.br/2012/04/velhos-internautas/</link>
		<comments>http://blogdoporto.com.br/2012/04/velhos-internautas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 21:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[memória]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[velhice]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu daqui a vinte, trinta, quarenta anos olhando as fotos na rede social do momento, talvez com maior interatividade, integração. Possibilidades. Vendo as fotos importadas através de plugins, das redes antigas para as novas. Comparando os registros de ontem e hoje, como que mirando por um espelho de Jano. Essa ligação de vida, essa timeline [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu daqui a vinte, trinta, quarenta anos olhando as fotos na rede social do momento, talvez com maior interatividade, integração. Possibilidades.<br />
Vendo as fotos importadas através de plugins, das redes antigas para as novas.<br />
Comparando os registros de ontem e hoje, como que mirando por um espelho de Jano. Essa ligação de vida, essa timeline mesmo, esse fio de história.<br />
As rugas, calvície. Viagens, amigos perdidos e novos conhecidos. Talvez um casamento, com ou sem divórcio. Talvez filhos e cachorros.<br />
Tudo arquivado, como catálogo, como um pesado álbum de fotos se real fosse.<br />
Ali disponível. E a gente vendo tudo aquilo, contemplando em nossa visão o que se passa conosco, e com todos os outros, que nos cercam ou cruzaram nosso caminho.<br />
Todos ali próximos, à distância apenas de um clique, ou um toque, naquela nova telinha que surgirá no amanhã. Até que os perfis sumam, como somem os que não mais estão aqui.<br />
Ou até permaneçam, como links para páginas sem novo conteúdo. Como links quebrados de histórias de vida.<br />
Como aqueles para os quais não há mais novas histórias. Porque viraram apenas lembrança, ou já esquecimento.<br />
Esse nosso experimento, essa nossa vida. Como que será?!</p>
<p>Não há postagens relacionadas.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Antidepressivo!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 21:18:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vida]]></category>

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<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YktczvB-XvQ" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<p>Use sem moderação! Hahahaha! XD<br />
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		<title>Dicionário do Porto: Ortografia</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 20:42:21 +0000</pubDate>
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		<title>Ainda</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 23:12:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sou apenas ainda um algo bruto, precisado de burilamento. Fui apenas uma vírgula na história de outras vidas, coisa bem pouca já passada. Marcador de livros, caído, perdido, sem ter o que marcar. Presença fugidia de lembranças e memórias, apenas um rosto redondo de riso largo, um nome esquisito. Ou nem isso. Apenas o esquecimento [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Sou apenas ainda um algo bruto, precisado de burilamento. Fui apenas uma vírgula na história de outras vidas, coisa bem pouca já passada. Marcador de livros, caído, perdido, sem ter o que marcar. Presença fugidia de lembranças e memórias, apenas um rosto redondo de riso largo, um nome esquisito. Ou nem isso. Apenas o esquecimento daqueles que vêm quando o tempo nos alcança. Quando não andamos rápido demais.<br />
Ainda sou apenas isso. Fechado para balanço. Escuro tenebroso. Como escuro num quarto de dormir estranho, da casa dos outros. E você ter que dormir e sonhar, acordar. Véus de medo do desconhecido, véus de medo da falta de familiaridade. Aventura que se descobre conforme corre a noite.<br />
Tudo é muito estranho. Deixarei uma marca, uma lombada, algo que nada demova, será isso impossível? Ou serei apenas tal qual vento &#8211; <em>que vem e que passa à beira dos caminhos</em>? Levando consigo o nada, além de poeira, estórias e fuxicos? Será só isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Quem o contará para mim?</p>
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		<title>Idiotia &amp; Política</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Apr 2012 18:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde que o mundo é mundo, e que o homem decidiu abandonar a vida solitária, ou em pequenos grupos, para a formar vilarejos, povoados e cidades, viver em sociedade tem sido um tema muito discutido, muito estudado, e, ainda hoje, bastante problemático. Viver (bem) em sociedade exige muito zelo, muito cuidado, muito respeito. Dá um [...]
Não há postagens relacionadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde que o mundo é mundo, e que o homem decidiu abandonar a vida solitária, ou em pequenos grupos, para a formar vilarejos, povoados e cidades, viver em sociedade tem sido um tema muito discutido, muito estudado, e, ainda hoje, bastante problemático. Viver (bem) em sociedade exige muito zelo, muito cuidado, muito respeito. Dá um trabalho danado!</p>
<p style="text-align: justify;">Vendo a história do mundo antigo, e desde aquela época, já se vê que muito se escreveu e se disse tanto a respeito da problemática como de possíveis melhorias para sanar esse quadro de quiproquós sem fim. Briga de vizinhos, corrupção, a mulher do próximo, venda de carro&#8230; Todas essas demandas foram exigindo cada vez mais complexidade de trato, daí que surgiram as leis, os juristas, as constituições, os juízes de futebol e por aí afora. Enfim, diante de todo esse imbróglio, hoje vamos refletir um pouco sobre um conceito histórico, que envolve a nossa relação em sociedade, tanto daqueles que dizem não se envolverem com isso por desinteresse ou falta de gosto, quanto para aqueles que vivem exclusivamente disso (licita ou ilicitamente&#8230;).<img title="Mais..." src="http://bomdemas.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nosso modelo de democracia é inspirado basicamente pela vivência e exemplo dos gregos antigos, em suas cidades-estado, que depois influenciaram os romanos, que por fim nos tornaram herdeiros de seu modelo de organização legal e institucional (leis, formas de governo, que, grosso modo, claro, evoluíram). Mas em linhas gerais, havia, por definição dois tipos de indivíduos na sociedade daquele tempo: os <em>idiótes</em> e os <em>pólites</em> (ou<em> politikós</em>). Sim, dessas duas palavras que advieram os termos idiota e político, atualmente (que ironia, não?!). Mas o sentido naquela época era bem diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Basicamente os <strong><em>idiótes</em></strong>, da raiz <strong><em>id</em></strong> (eu, próprio) eram as pessoas que queriam cuidar das suas vidinhas, desdenhosas de todo o resto da sociedade, cuidando apenas de seus próprios problemas, necessidades, etc. Um tanto egoístas, digamos. Queriam lá saber de seus assuntos, o que que aconteceria na novela das nove, essas coisas. Já os <strong><em>pólites</em></strong> (de <em>pólis</em>, cidade) eram justamente as pessoas que se interessavam muito, ou totalmente, pela vida em sociedade. Participavam dos grupos organizacionais, buscavam modelos para melhorar/solucionar os problemas comuns, enfim participavam pelo povo, pelo coletivo, <strong>diretamente, ou não</strong>. O diferencial dos <em>pólites</em> é que estes tinham o interesse, o envolvimento, pelo coletivo, pelo que acontecia na sociedade, e não necessariamente a participação ativa, através da representação (como é um <em>pólites</em> deputado ou vereador atualmente).</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje o que mais se percebe é essa ojeriza e descaso total das pessoas pelos assuntos políticos da sua comunidade, cidade, país. Pensando assim, podemos dizer que estamos nos tornando numa nação de <em>idiótes</em>. O tom pejorativo ligado a este termo, que leva até a nossa palavra <em>idiota</em>, é justamente o fato dos gregos antigos execrarem as pessoas que não se interessavam pelo coletivo, pois estes que agiam assim, com desdém pelo de todos, não deveriam ser, no final das contas, gente boa nem consigo mesmos, nem com a família, nem com ninguém. Provavelmente furariam fila no caixa do supermercado, ou ultrapassariam pelo acostamento! Nação de gente assim, não iria para a frente!</p>
<p style="text-align: justify;">O problema de falar mal sobre o que se tornou o exercício dos <em>politikós</em> na nossa sociedade atual tem feito com que muitos se eximam de algo que, como diria Aristóteles, é impossível de se fazer! <strong><em>Todo ser social é também um ser político</em></strong>. E se você acha que fazer política é se apenas se candidatar ou votar, pense no uso diário que você faz do transporte coletivo, ou do trânsito, ou no supermercado, ou entre seus amigos. Todos precisamos administrar diferenças, conflitos, em diversos níveis, em diversos aspectos. E precisamos conciliar todas essas coisas questões, <strong>fazendo política</strong>. Para termos uma vida aceitável, tranquila. Para que possa haver progresso!</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso meus amigos, quem diz que não se envolve em política, já por ter essa opinião, e expressá-la, incorre em erro, pois quem age assim já <em>está fazendo política</em>. Discutir, debater, e até, expressar-se, envolvem caracteres do jogo político. Da mesma forma, legislam os deputados, ou governa o presidente: discutindo, fazendo acordos e alianças, prometendo realizações, planejando o futuro. E isso todos nós fazemos, todos os dias! Vejam bem.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o comportamento do <em>idiótes</em> estiver em alta, estaremos relegados a sermos governados por essa súcia que aí está, que azeda os almoços e jantares das famílias, e estraga o humor do vovô de dedo sujo de tinta ao ler o jornal nas manhãs de domingo. E enquanto pensarmos que fazer política é apenas ir num domingo às urnas para votar de dois em dois anos, estaremos fadados a patinar na esteira da História, enquanto outros povos mais comprometidos com suas vidas e seu futuro como sociedade, progridem. &#8220;E lá se vai mais uma vez o bonde da História sem eles, os brasileiros&#8221;, dirão no futuro os hitoriadores, sobre nós de agora.</p>
<p style="text-align: justify;">Para finalizar, termino com Platão, que afirma: &#8220;<em>O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior</em>&#8221; e Aristóteles mais uma vez, esse homem que se ocupou muito do assunto, já na Antiguidade grega, dizendo: &#8220;<em>O maior castigo para aqueles que não se interessam por política é que serão governados pelos que se interessam.</em>&#8221; E convenhamos, que o interesse dessa gente governando utltimamente  (todos uns <em>idiótes,</em> lá no fundo), é de muito mau gosto!</p>
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		<title>Casinha</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 21:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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<p><em>     </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>     Acho que o que todo </em><br />
<em>     mundo queria</em><br />
<em>     era apenas uma</em><br />
<em>     daquelas casinhas</em><br />
<em>     que a gente desenhava quando criança.</em><br />
<em>     A casinha, uma árvore e Sol.</em><br />
<em>     Talvez um ou dois passarinhos,</em><br />
<em>     entre as nuvenzinhas.</em><br />
<em>     Para morar lá e não precisar</em><br />
<em>     brincar de ser feliz.</em><br />
<em>     Só ser.</em><br />
<em>     Numa casinha daquelas.</em></p>
<p>Não há postagens relacionadas.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aforismos de uma outra vida &#8211; IV</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 12:20:36 +0000</pubDate>
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		<title>Mais uma aurora</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2012 12:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Porto</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aurora]]></category>
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		<category><![CDATA[porvir]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sou eu que lhes digo que esperem e vejam o que trará, e não sou eu que lhes prometo algo de bom, no amanhã. São vocês, insistentes, que persistem em permanecer, acordando através dos dias abertos por cada aurora. Ato impensado, mecânico e natural. E veja, de repente, lá estão todos novamente, prontos ou [...]
Não há postagens relacionadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sou eu que lhes digo<br />
que esperem e vejam o que trará,<br />
e não sou eu que lhes prometo<br />
algo de bom, no amanhã.</p>
<p>São vocês, insistentes, que persistem em permanecer,<br />
acordando através dos dias abertos<br />
por cada aurora.<br />
Ato impensado, mecânico e natural.<br />
E veja, de repente, lá estão todos novamente,<br />
prontos ou não para mais uma<br />
do desconhecido porvir.</p>
<p>Não quero que temam<br />
ou que não queiram.<br />
Apenas desejo que acordem sempre<br />
prontos.<br />
<em>Para mais um dia,</em><br />
<em>para menos um dia.</em></p>
<p>Não há postagens relacionadas.</p>]]></content:encoded>
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